sábado, janeiro 6

O PERIGO JUDEU


Novus Ordo Seclorum 

Qual é, desde há muito tempo, a família mais rica e poderosa do mundo?

ROTHSCHILD é a resposta e tudo começa realmente em 1750, quando Mayer Amschel Bauer, decide comprar o banco do seu pai, na cidade de Frankfurt (Alemanha), optando este também por trocar o seu nome pessoal pelo de Rothschild, que basicamente significa “escudo vermelho”. Este escudo simboliza os conquistadores e revolucionários judeus na Europa oriental.

Este Rothschild, casado, gerou 10 filhotes, 5 de cada sexo e inicia a sua ascensão obtendo favores do príncipe Guilherme de Hesse [Hanau] Alemanha, do qual se tornou banqueiro pessoal. Este príncipe, amigo da dinastia de Hanover, obtinha consideráveis rendimentos financeiros às custas do aluguer dos seus mercenários às causas monárquicas de então, sendo exemplo disto, a participação destes, mais tarde, na batalha contra o exército de George Washington na famosa “Valley Forge”, durante a guerra revolucionária americana. 

Washington e Lafayette durante a Valley Forge


Devido a problemas políticos, Guilherme exila-se na Dinamarca, depositando no banco Rothschild, o salário dos seus mercenários, qualquer coisa como cerca de 600.000 libras, valor este usurpado pelo filhote mais velho de Mayer, Nathan Rothschild, levando-o consigo para Londres, através do qual abre ele também um banco. O ouro que serviu como garantia neste negócio, teve proveniência da secular e poderosa East India Company (Companhia das Índias Orientais) e proporcionou a Nathan, uma valorização de cerca de 400%. Como se não bastasse, Nathan Rothschild consegue uma exorbitante fortuna com a venda ilegal desse mesmo ouro, dando ainda, por exemplo, para emprestar dinheiro ao Duque de Wellington, por forma a financiar-lhe as operações militares (na também famosa batalha de Waterloo), através da qual, este astuto Nathan, tem mais uma jogada de génio para angariar mais riqueza.
Começa assim a gigantesca fortuna e monumental ascensão da família Rothschild, dando origem ao comércio bancário internacional.
Cada filhote abre um banco em país diferente. A reter, Amschel em Berlim, Jacob em Paris , Kalmann em Nápoles e o fraco-maçon Salomon em Viena.
Sabe-se que em 1773, duzentos anos antes de eu ter nascido, ocorreu um encontro secreto entre o papá Rothschild, Mayer, e doze abastados e influentes sócios capitalistas judeus (Sábios do Sião?), onde terá sido discutido o estudo de um projecto que pudesse vir a controlar toda a fortuna mundial.
Segundo Herbert Dorsey e William Carr, em “Pawns in a game” esse projecto ou plano iria ser finalmente conhecido pelo controverso nome de “Os Protocolos dos Sábios do Sião”.
Na verdade, estes protocolos eram bem mais antigos, tendo apenas sido de alguma forma reformados pelos Rothschild, antes de adquirirem o seu real significado.
Estes presumíveis protocolos, mantiveram-se secretos e assim, matéria de teorias da conspiração até 1901, altura em que chegam às mãos do místico professor russo Sergey Nilus, o qual os viria a publicar em 1905 sob o título “The Protocols of the Elders of Zion”.
Curiosamente, e no que aos protocolos diz respeito, alguém descobre que frases inteiras constantes nos protocolos, aparecem de forma deveras semelhante na obra “Diálogo no Inferno entre Maquiavel e Montesquieu”, obra esta publicada em 1864 pelo advogado francês Maurice Joly, um conhecido crítico do imperador Napoleão III. Hum…



De 12 dos 24 protocolos, decido pessoalmente destacar resumidamente o que se segue:

1. O monopólio absoluto do dinheiro
[…] O controlo das nações será assegurado pela criação de gigantescos monopólios privados que serão os fieis depositários de imensas riquezas, das quais dependerão todos os seres humanos […]
[…] As dívidas de Estado tornarão os homens de Estado corruptíveis, que os tornará cada vez mais à nossa mercê […]

2. O controlo da imprensa
[…] O papel da imprensa será o de excitar e inflamar as paixões do e entre o povo […] e o público estará bem longe de poder sequer imaginar sobre quem é o real beneficiário da imprensa […]
[…] Todos esses idiotas que acreditarem que o texto de um jornal reflete a sua própria opinião, nada fazem que não repetir a nossa própria opinião ou aquela que desejamos ver exprimida […]

3. A extensão do poder
[…] Seremos para o público, o amigo de todos […]
[…] Nós apoiaremos todos, anarquistas, comunistas, fascistas […] e particularmente os operários. De todos eles teremos a sua confiança, os quais se tornarão para nós, instrumento de capital utilidade […]

4. O controlo da fé
[…] Supriremos dos homens a sua verdadeira fé. Modificaremos ou erradicaremos os princípios das leis espirituais […] a ausência dessas leis enfraquecer-lhes-á a fé, pois as religiões não poderão mais dar-lhes o calor da razão […]
[…] Preencheremos essas lacunas introduzindo um pensamento materialista e cálculos matemáticos […]

5. O meio com o qual provocar a confusão nos espíritos
[…] Para ter domínio sobre a opinião pública, é imprescindível conduzi-los a um certo nível de confusão […]
[…] A imprensa nos será a melhor ferramenta para introduzir nos homens tantas opiniões distintas que perderão o senso ou a visão global, não lhes restando perderem-se no labirinto da informação […]
[…] chegarão à conclusão que mais vale não terem opinião […]

6. O consumismo e a aspiração ao luxo
[…] Para acelerar a ruína da industria, nós suscitaremos no homem a sede de ter. O comum mortal não terá, entretanto, o prazer disso, pois faremos com que não lhes seja possível pagar os cada vez mais altos valores, não lhes restando algo que não trabalhar cada vez mais para satisfazer seus desejos […]
[…] estarão presos na armadilha do sistema muito antes de a poder ter identificado […]

7. A política utilizada como instrumento
[…] Destilando um sopro de liberalismo nos orgãos de Estado, nós modificaremos toda a sua doutrina política […]
[…] Na “época das repúblicas”, substituiremos a nosso bel prazer, os dirigentes por uma caricatura de governo com um presidente eleito pelos nossos fantoches, nossos escravos que é o povo […]

8. O controlo da alimentação
[…] Agiremos sobre as massas pela falta, explorando a inveja e o ódio que disso resulta […]
[…] mas todo o proprietário rural pode ser um perigo para nós, pois esse pode viver em autarquia. Razão pela qual é preciso. A todo o preço, privá-lo de suas terras. O meio mais seguro para o alcançar é aumentar-lhe  os encargos rurais […] e sufocá-los de dívidas […]

9. O papel da guerra
[…] Colocaremos em rivalidade todas as forças, para impedir os sequiosos de poder, de abusarem desse seu poder. É preciso fomentar as dissensões e as inimizades em toda a Europa e por intermédio da Europa, todas as restantes partes da Terra […]
[…] Aniquilaremos toda a oposição, provocando guerras com os países vizinhos. No caso de tais vizinhos ousarem enfrentar-nos, é preciso responder-lhes com a perspectiva de uma guerra mundial […]

10. O controlo por meio da educação
[…] Não cessaremos de criar uma confiança cega nessas teorias (cientificas) e os jornais serão os nossos melhores aliados. Os intelectuais não farão outra coisa que não gabarem-se dos seus conhecimentos […]
[…] O povo perderá, cada vez mais, o hábito de pensar por si mesmo e de formar sua própria opinião. Acabará irremediavelmente por pronunciar as palavras que desejarmos ouvir pronunciadas […]

11. O controlo das lojas franco-maçónicas
[…] Criaremos em todos os países da Terra, lojas franco-maçónicas. Multiplicaremos e atrairemos as personagens que se destacam […]
[…] Colocaremos todas essas lojas sob administração central que somente nós conhecemos e que outros ignoram completamente […]

12. A morte
[…] A morte é o fim inevitável para todos. Assim, é preferível conduzir-lhe todos aqueles que se nos revelarem um obstáculo […]

Destes protocolos, muito ou pouco se pode ponderar, acreditar ou aceitar. Veja-se por exemplo o caso da Alemanha, onde aparentemente impera a liberdade de imprensa e de expressão/opinião, que proíbe expressamente a sua reprodução ou transação.
Não é preciso ser-se muito culto para perceber o fantasma do nazismo e desta forma entender que Hitler se terá inspirado e servido de tais protocolos para justificar e alimentar a sua aversão pelos judeus.
Não importa com que seriedade cada um de nós encara este assunto. Quem sabe ou não, se está em marcha o diabólico plano de domínio absoluto mundial. Importa sim ter em conta que tal manual existe, restando a cada um de nós ponderar de que forma o seu princípio pode ser aplicado.
A Terra já está dividida e não é de agora. De um lado, a fé do Oriente, do outro a ciência do ocidente e nenhuma se interessa pela outra, em vez disso, uma recusa a outra até à medula.
Atente-se de forma inquisitiva para o panorama actual, em que fantoches como Putin, Trump ou Jong-un, entretêm o público, escravos afinal de um poder oculto que não pode ser identificado mas que é quem sai realmente a ganhar no meio de um caos socio-económico que caminha a passos largos para a nova ordem dos tempos.