terça-feira, setembro 9

Não tenho, logo existo (2ª parte)


…e se há algo que eu devia realmente ter, era mais medos de estimação. Dedicar-me mais à causa de ser no mínimo tanto quanto os outros e sentir-me entusiasmado pelo receio de desenterrar o que não quero em mim.
Afinal… o que nos fará acreditar mais do que o medo?
Mas eu não sou nem mais nem menos que um bilhete de suicídio esquecido, algures numa tortuosa penumbra escondido.



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