terça-feira, abril 26

defixus in cogitatione


Hoje, escrevo a fractura capital deste estado ataráxico, invocado na profundidade das sombras que me revelam. Deixo-me ir na ondulação anestésica de mais uma ilusão.

A insânia que me conduz, sempre teve o semblante de uma valquíria tortuosa de tão sedutoramente silenciosa… que puta deslumbrante!

Ofereço o meu cadáver, como dádiva protagonista à comédia divina dos escombros  – um genuíno e embaraçoso inconformismo carregado em ombros.

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