quinta-feira, abril 20

De sangue e de gelo


No meu peito, Lúcifer.
Dele, escuso-me de te falar. Dispensa quaisquer apresentações.
Disse-me ele que rejubilação sentiu, enquanto impotente caía em ascensão. Vá-se lá entende-lo!
Os olhos se lhe terão incendiado, enquanto intrépido escutava a melodia triunfante de mil ventos que o não soube deter.

Creio eu portanto, que foi assim que para meu deleite, terá criado o amanhecer no gelo dos meus olhos e com ele, o grito tempestuoso da minha pulsação.

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