terça-feira, maio 30

No aperto de te querer



E se eu te pedir para me dares a tua mão, ousarás tu partilhar comigo a sinfonia da tua pulsação?
Apertar-me-ás com emoção este ébrio sono de ser por ti agitação?
Hoje confesso-te que sempre que a tua mão decido lembrar, abre-se em mim o desvario de no teu sangue querer amanhecer.
Dá-me a tua mão, porque é nela que quero para sempre adormecer.

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