De que me adiantam todos os paralogismos do dia, que são a
mesma merda dos da noite e que tudo junto não passa de delírio, quando eu próprio
sou tão nulo quanto nula se expõe a sua figura no espaço que lhe resolvo conceder
no auspicioso espirito…
Eis a virtude das minhas indubitáveis ideias, principalmente todas aquelas que desde sempre sei serem cinicamente incertas!
De que me adianta por isso meditar – olhar-me através dos olhos de outro quando tudo aquilo que me faz realmente existir é o não ter?
Eis a virtude das minhas indubitáveis ideias, principalmente todas aquelas que desde sempre sei serem cinicamente incertas!
De que me adianta por isso meditar – olhar-me através dos olhos de outro quando tudo aquilo que me faz realmente existir é o não ter?
Sem comentários:
Enviar um comentário