Não há noite sem poesia.
Quem de entre nós mente realmente ao destino? Será aquele que se veste a rigor da ocasião e sai, em direcção à repetição com o seu aprumado semblante de desprezo infinito ou aquele outro, que sem direcção decide ficar, esparso na própria consciência, contemplando o todo das coisas que é o ser do seu ser…
Quem de entre nós mente realmente ao destino? Será aquele que se veste a rigor da ocasião e sai, em direcção à repetição com o seu aprumado semblante de desprezo infinito ou aquele outro, que sem direcção decide ficar, esparso na própria consciência, contemplando o todo das coisas que é o ser do seu ser…
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