Às
vezes… as tantas vezes sinceramente, dou por mim a sorrir na calada da minha
própria privacidade, quase sempre porque tenho esta plena consciência de ao
menos me sentir o mais corajoso dos humanos… simplesmente porque não me escondo
o medo que tenho de mim mesmo.
Estranho… serei assim tão estranho?
Estranho é essa coisa de nos autonegarmos constantemente, castigando-nos cegamente através de uma espiral firme de renúncias.
Somos deslumbrantes. Porquê? Porque pecamos e acabamos com o pecado, sucessivamente.
Os prazeres, queremo-los na memória – a contrição é um LUXO.
Repito: ainda estou para conhecer o primeiro ser humano disposto a abdicar realmente do seu próprio sofrimento.
Toda a grandeza ocorre no cérebro, indiscutivelmente. É no cérebro, porém, que toda a miudeza se gera.
Estranho… serei assim tão estranho?
Estranho é essa coisa de nos autonegarmos constantemente, castigando-nos cegamente através de uma espiral firme de renúncias.
Somos deslumbrantes. Porquê? Porque pecamos e acabamos com o pecado, sucessivamente.
Os prazeres, queremo-los na memória – a contrição é um LUXO.
Repito: ainda estou para conhecer o primeiro ser humano disposto a abdicar realmente do seu próprio sofrimento.
Toda a grandeza ocorre no cérebro, indiscutivelmente. É no cérebro, porém, que toda a miudeza se gera.
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