Ai, maldita coerência
Que teima em arder no espaço escuro entre cada puta de palavra que escrevo
the inevitable void of emptiness
Sorri
Sorri novamente
Mas lembra-te sempre
Que tens de respirar
Respira
Nada mais pode ser escrito
Pelo menos além da justa celebração
Conclusão
Do teu mito
Eu…
Não estou a tentar
Quanto mais não seja, aquilo que devia realmente
Mas foda-se… entende
Que isto não é um poema
Não é de todo, mais uma chávena daquele lirismo fatalista a que te habituei
Não
Em boa verdade
Isto é tão simplesmente
O genuíno compasso
Do quanto eu me insisto pensar
Nessa densa substância
Que por mim é tão diabolicamente cobiçada
Que teima em arder no espaço escuro entre cada puta de palavra que escrevo
the inevitable void of emptiness
Sorri
Sorri novamente
Mas lembra-te sempre
Que tens de respirar
Respira
Nada mais pode ser escrito
Pelo menos além da justa celebração
Conclusão
Do teu mito
Eu…
Não estou a tentar
Quanto mais não seja, aquilo que devia realmente
Mas foda-se… entende
Que isto não é um poema
Não é de todo, mais uma chávena daquele lirismo fatalista a que te habituei
Não
Em boa verdade
Isto é tão simplesmente
O genuíno compasso
Do quanto eu me insisto pensar
Nessa densa substância
Que por mim é tão diabolicamente cobiçada
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