Entre
o compasso ensandecido do momento e a atitude entendida como a recomendada, eu
escolho a obsessão.
Hoje quero mesmo que tudo se foda menos a sensação própria de me sentir fora de mim, em insolente desdém desta carne que mais não faz nem tampouco serve.
Escolhi a palavra certa, tão certa que só precisa brilhar na puta da obscuridade. Tão certa que ela própria se abre ampla e sorri, como se não mais aguentasse persistir sem o desregramento que a ameaça.
Hoje serei obstinação espalha-brasas. Serei terror de açúcar queimado, ou então, um fátuo fogo desnatado.
Ah foda-se, foda-se… há dias assim, como este, em que, ou a morte nos para ou se esconde encaracolada no seu próprio pudor.
Hoje quero mesmo que tudo se foda menos a sensação própria de me sentir fora de mim, em insolente desdém desta carne que mais não faz nem tampouco serve.
Escolhi a palavra certa, tão certa que só precisa brilhar na puta da obscuridade. Tão certa que ela própria se abre ampla e sorri, como se não mais aguentasse persistir sem o desregramento que a ameaça.
Hoje serei obstinação espalha-brasas. Serei terror de açúcar queimado, ou então, um fátuo fogo desnatado.
Ah foda-se, foda-se… há dias assim, como este, em que, ou a morte nos para ou se esconde encaracolada no seu próprio pudor.
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