Serei eu fiel a mim mesmo, certo de me fazer o bem essencial para me suportar a mim próprio?
De que intimidade serei eu capaz com este eu [contra]feito de inconstância e inconformismo?
Perguntas e mais perguntas, como sempre… tudo e qualquer coisa, para que aos meus próprios olhos não me torne indiferente.
Eu não quero nem posso ser o animal feroz que se esqueceu da sua interior vontade. Seria o fim de tudo aquilo que me orienta.
Eu tenho de querer ter um querer, tão espontâneo quanto íntegro. Todo e qualquer entrave deve servir apenas para me engrandecer.
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